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Pilkington por elas

Elas amam carros

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Elas amam carros

Mulheres contam como ter um automóvel mudou suas vidas e as barreiras que encontraram pelo caminho 
Independentes, livres e poderosas. Assim se sentiram algumas mulheres após alcançarem o sonho de dirigir. Apesar das dificuldades iniciais, hoje elas mostram segurança e sabem que suas vidas mudaram totalmente após a habilitação e a compra do primeiro veículo. A seguir, confira algumas histórias de superação e a importância do automóvel na rotina delas: 

Felicidade na estrada

A jornalista Marta Lanzoni, 56 anos, dirige há 35 anos e conta que desde adolescente tinha vontade de aprender para ter mais independência e não precisar do transporte público. Para ela, conduzir um carro sempre foi algo muito natural, mas acredita que em algumas cidades ainda é bastante complicado, pois as pessoas fazem suas próprias regras e desrespeitam as leis de trânsito. 

“Meu pai me ensinou a dirigir em um fusquinha. Quando ele machucou o pé seriamente precisou comparecer aos hospitais todos os dias para fazer um curativo e eu acabei me tornado a sua motorista particular”, brinca.

Ela lembra da sensação de liberdade que sentiu ao comprar o primeiro carro. “Foi um momento especial que me fez sentir responsável. Comprei um gol vinho 1.6 e andava tanto na estrada entre Campinas e São Paulo que parecia já ter decorado o caminho. Nunca me deixou na mão”, relembra.

Ao dirigir em uma estrada, ela afirma se sentir feliz e plena. Porém, já passou por situações desagradáveis por causa do preconceito e já foi muito ofendida, mesmo estando certa no trânsito. 

A jornalista acredita que antigamente as mulheres tinham que provar o tempo todo que sabiam dirigir. “Hoje já vemos a influência da mulher nas decisões das grandes indústrias automotivas e são consultadas sobre as melhorias nos carros, por exemplo”. Seu carro dos sonhos é um Jaguar F-Pace. Mas prefere carros grandes e confortáveis que ofereçam uma visão ampla, além de caber toda a família e proporcionar segurança. 

Tornou a paixão por automóveis uma profissão

Sandra Helena Nalli virou gerente de uma empresa no segmento de reparação automotiva e iniciou sua carreira em uma área dominada por homens. Em 2011, começou a ministrar aulas gratuitas de mecânica para jovens carentes e menores infratores, com baixa perspectiva profissional. Surgia assim o projeto social a Escola do Mecânico. Mas seu desejo por carros começou ainda na infância.

“Com 8 anos eu frequentava todos os parques de diversões só para dirigir o carrinho de bate bate. Com 12 anos eu ficava dentro do fusca do meu pai, simulando que estava dirigindo. Aprendi realmente aos 14 anos e sempre amei dirigir”, afirma a administradora de empresas, de 37 anos. 

Logo após tirar a habilitação, ela comprou seu primeiro carro. Para ela, que sempre trabalhou com carros, escolher um modelo é fácil, já que observa bastante a peculiaridade de cada um. “O carro nos leva ao trabalho dando mais agilidade e momentos de lazer. Nada como pegar uma boa estrada e viajar com a opção de parar onde quiser, de ir observando a rodovia e chegar ao local desejado”, diz.

Como apreciadora de carros, Sandra admira um Land Rover e BMW em função do design e tecnologia de ambos. “O carro facilita muito a vida. Como sou da área não posso deixar de aconselhar sobre a importância da revisão do veículo para garantir a eficiência dos sistemas de carro”, finaliza.


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