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Pilkington para elas

Igualdade de gênero: o que conquistamos até então?

Igualdade de gênero: o que conquistamos até então?

Diferente do Dia Internacional da Mulher, que é mundialmente famoso e comemorado há mais de um século, o Dia Internacional da Igualdade Feminina é bem menos conhecido, embora o motivo de sua existência seja datado de 1920, ano em que as mulheres puderam votar pela primeira vez nos Estados Unidos. O dia 26 de agosto foi escolhido em alusão à elaboração da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em 1789. O documento, que definia os direitos individuais e coletivos dos homens como universais, nasceu durante a Revolução Francesa, período em que se consolidou o famoso lema “Liberté, égalité, fraternité” (liberdade, igualdade e fraternidade), que permanece até hoje.                                        

A data busca incentivar a luta por igualdade feminina principalmente no mercado de trabalho, onde essa diferença entre gêneros é ainda mais evidente. A violência contra a mulher é um outro aspecto muito colocado em pauta. É por isso que mais do que celebrar conquistas, a data serve para refletir e discutir sobre o que ainda deve ser mudado para uma verdadeira igualdade entre homens e mulheres.

Igualdade no mundo automotivo

Em nossa sociedade contemporânea, ter mulheres no volante é algo comum, mas nem sempre foi assim: embora pareça algo distante, por lei, a permissão para as mulheres dirigirem não foi sempre universal. A Arábia Saudita, por exemplo, só começou a expedir carteiras de motorista para mulheres em junho do ano passado. O país era o único do mundo que ainda impedia mulheres de conduzir automóveis.

A primeira mulher na história a ser permitida a obter habilitação para dirigir foi a duquesa francesa Anne d’Uzés, em 1898. Muito a frente do seu tempo, foi a duquesa também quem fundou o primeiro clube feminino do automóvel da França. Já no Brasil, o direito só seria conquistado mais de três décadas depois, com Maria José Pereira Barbosa Lima e Rosa Helena Schorling, em 1932, na cidade de Vitória (ES). Schorling ainda foi a primeira paraquedista do país e conseguiu habilitação para motos em 1933.

Foi graças às primeiras mulheres que enfrentaram mitos e preconceitos no final do século XIX na Europa, que no século seguinte elas puderam ter participação ativa também em competições. E se o mercado automotivo hoje é cada vez mais feminino, da criação de um veículo à consumidora final, é por conta da coragem dessas mulheres que tanto lutaram por igualdade. Aqui na Pilkington, nosso apoio a essa causa se mostra presente em todas as lojas da rede, onde nossa premissa é contar com no mínimo uma mulher para realizar serviços de reposição de vidros.

 

 

 


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