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Pilkington para elas

A dupla jornada da mãe e profissional

A dupla jornada da mãe e profissional

Já se foi o tempo em que as meninas se casavam cedo, engravidavam e passavam o dia a cuidar da casa e dos filhos enquanto os maridos eram vistos como provedores de alimentação e sustento financeiro. Os tempos mudaram – ainda bem – e hoje em dias as mulheres estudam, casam, tem filhos e também voltam à rotina profissional de antes da maternidade. Esse processo tem sido responsável pela diminuição no número de filhos por família e tem incentivado a contratação de cada vez mais mulheres, o que aos pouquinhos, tem contribuído para uma melhor igualdade de gênero no mercado de trabalho.

A menos que haja condições financeiras favoráveis, não deixa de ser uma dupla jornada de trabalho, já que a maioria das mães brasileiras chegam em casa e precisam ainda ajudar os filhos nas tarefas escolares ou rotinas diárias da casa. É a profissional mãe, que se desdobra em duas sempre que necessário, que não trabalha direito quando o filho está doente e que se apressa em adiantar serviços em casa enquanto tenta ao mesmo tempo dar atenção à suas crianças. Quantas delas não conhecemos? Quantas delas estão lendo esse texto? Quantas delas não somos?

A verdade é que, mesmo que hajam mães que ainda optam por sair do mercado de trabalho e se dedicar à criação dos filhos, é preciso reconhecer o papel que a liberdade de escolha da mulher tem nessa mudança de perspectiva que vemos a sociedade passando nos últimos anos. As novas gerações já nascem sabendo que a mulher não precisa ser “bela, recatada e do lar”, que não é preciso largar mão de sua vida profissional pelos filhos e que, também até pode, se essa for sua decisão. 

O mundo muda e evolui, mas não é só a tecnologia que precisa se aprimorar. As mulheres continuam ganhando menos em cargos iguais aos homens, continuam não tendo a mesma participação na alta hierarquia das empresas como os homens, continuam sendo mais questionadas nas entrevistas de empregos do que os homens. É preciso discutir esses pontos importantes do mercado de trabalho brasileiro e reconhecer que as mães também trabalham e vão continuar a compor o quadro de funcionários e ainda bem por isso – assim cada vez mais o ambiente corporativo tem a chance de se tornar igualitário para todas.


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