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Manutenção feita por elas

Troca do óleo: quando e como?

Conheça algumas dicas para um melhor desempenho do seu carro

Troca do óleo: quando e como?

        Trocar o óleo do motor regularmente é um dos itens necessários para o bom funcionamento de qualquer veículo. Mesmo assim, sempre surgem dúvidas de quando e como fazê-lo. Pensando nisso, o Agora é com Elas listou dicas importantes para que você saiba exatamente quando realizar esta ação e, também, não seja enganada por maus profissionais. 

Informação principal

         Qualquer motorista deve reconhecer que o manual do proprietário é seu melhor amigo. Nele estão ricas informações, criadas a partir dos testes de desempenho feitas com objetivo de mensurar as atitudes que beneficiam e proporcionam o melhor do carro. Uma delas, por exemplo, é o tipo certo de óleo a ser utilizado e o prazo necessário de cada troca.

         Por isso, sempre utilize os que são indicados nesta cartilha e respeite o período indicado para manutenção.

 

Não é tudo igual

             

           O preço pode parecer algo atrativo, mas, quando se fala de óleos, outros itens devem vir à mente – pois, cada um possui uma particularidade importante. As primeiras coisas a saber são os três tipos base de lubrificantes e que estes possuem uma vida útil, envolvendo o tempo e a quilometragem

            Geralmente, os de óleos de base mineral devem ser trocados a cada cinco mil quilômetros. Eles são derivados de petróleo e, mesmo refinados, contêm moléculas desuniformes que atrapalham a lubrificação. Recebem aditivos “otimizadores” na viscosidade para alcançar suas especificações, mas perdem em eficiência.

           Quando a quilometragem bater em 20 mil quilômetros, o óleo sintético deve ser trocado. Seu processo químico é chamado de Fischer- Tropsch: não parte do produto cru e não necessita de aditivos, o que gera melhor desempenho. Também lubrificam o motor na partida a frio, protegendo-o de desgastes.

           Os semissintéticos são, como já entrega o nome, feitos a partir da mistura de óleos sintéticos e minerais, com objetivo de reunir as melhores propriedades de cada um. O tempo indicado para trocá-lo é a cada dez mil quilômetros rodados e suas características envolve a boa durabilidade e o preço intermediário.

           A viscosidade, resistência do líquido ao escoamento, também deve ser analisada, afinal é outra característica importante do óleo. Ela varia conforme a temperatura dos lubrificantes, desta forma, recomenda-se que em veículos de passeios os óleos sejam multiviscosos – feitos para resistir aos diversos regimes em que o motor está sujeito. 

          Num lubrificante 20W40, por exemplo, o 20 antes do W significa a viscosidade do óleo enquanto o motor está frio. Já o 40, depois do W, significa a viscosidade durante a temperatura de trabalho do motor.

E fique atenta:

            Misturar os lubrificantes, principalmente quando forem produzidos por marcas distintas, não é recomendável. Isso porque as propriedades distintas encontradas nos produtos podem causar um efeito reverso e prejudicar diretamente o desempenho do seu veículo.

Sinais para troca

           

          No painel de alguns veículos mais modernos, indica-se quando é necessário realizar a manutenção do óleo. Mas, em relação aos mais antigos, ou nos que não possuem esta funcionalidade, tente fazer a mudança a partir da quilometragem especificada em cada lubrificante utilizado. O prazo pode ser menor se o carro estiver sempre em condições adversas, ou demostrar alguma irregularidade.

          A cada troca de lubrificante, aconselha-se a fazer o mesmo com o filtro, principalmente, quando se deseja mudar o tipo utilizado. Dessa forma você estará fazendo uma limpeza no motor de seu automóvel e colaborando para uma melhor experiência.

Dicas finais

           

           Saber medir o nível do óleo de seu veículo é muito importante. A forma correta é estar com o motor frio, o que geralmente demora 20 minutos para ocorrer, e em um local plano. Observe, na vareta do motor, dois riscos que determinam o mínimo e o máximo: o lubrificante deve estar entre eles.

Na hora de completá-lo, não exagere, você acabará causando vazamentos e a carbonização de peças, como as velas, pelo acúmulo de fluído na câmara de combustão. Sempre tenha guardado um litro a mais do mesmo óleo utilizado na última troca, isso a auxiliará em casos de emergência quando, geralmente, o nível baixa.

            O carro também avisa quando há algo errado. Se houver trepidações e uma necessidade de abastece-lo com muita frequência, é melhor averiguar. Não pense em utilizar um produto vencido, velho ou feito para motos. Além de possuir nenhuma eficiência, o seu uso traz consequências a vida útil de seu veículo.

 


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